Prisão de artista por esculturas feitas há 15 anos revela novos extremos da censura na China

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A obra Execution of Christ (A Execução de Cristo, em tradução literal) foi exibida em 2009. Também naquele ano, Mao’s Guilt (A Culpa de Mao) apresentou uma réplica em tamanho real do chamado líder supremo da China, ajoelhado em uma postura de contrição solene.
Mas foi somente 15 anos depois que as obras, que satirizam uma das figuras mais controversas da China, custaram a liberdade de Gao Zhen.
O artista de 69 anos, que se mudou para os Estados Unidos em 2022, foi preso em seu estúdio nos arredores de Pequim, na China, em meados de 2024, enquanto visitava a família. As autoridades apreenderam suas obras de arte e impediram sua mulher e seu filho de sete anos de deixarem o país.
Leia a matéria na íntegra no site da BBC News

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